O Festival Internacional de Cinema de Tóquio encerrou sua 39.ª edição em 4 de novembro, depois de dez dias de sessões. O júri da competição internacional, presidido pelo cineasta Rolf de Heer, concedeu o Tokyo Grand Prix (prêmio do governador de Tóquio) a «Sister Brother Manhole Cover», de Milcho Manchevski, coprodução liderada pela Macedônia do Norte com Bulgária, Sérvia, Albânia, Itália e Reino Unido. Ausente, o diretor de «Before the Rain» foi representado por sua produtora.
Misturando comédia, policial e drama em torno de um grupo de golpistas, o filme percorreu um longo caminho: Manchevski conta que a produção foi adiada por anos por obstáculos políticos em seu país.
O prêmio especial do júri ficou com «Magic Atlas», de Sun Xun (Singapura). O argentino Lisandro Alonso levou o prêmio de direção por «Double Freedom». Hu Ling («The Night That Binds Us») e o japonês Ryo Narita («Two Cigarettes, Three Nights») foram premiados pelas atuações, e «Until the Day Ends», de Jelena Maksimović, recebeu o prêmio de contribuição artística. O público escolheu «Heysel 85», de Teodora Ana Mihai.
Na mostra Asian Future venceu «Serife Tavsan», de Tarek Daoud; na Nippon Cinema Now, «Silver Express», de Miki Tanaka. O festival exibiu 204 filmes e registrou mais de 69 mil ingressos.


